As Três Fases Do Estresse e 10 Dicas Para Gerenciar o Estresse Em Sua Vida

Pode-se definir o estresse como um conjunto de reações fisiológicas necessária para a adaptação a novas situações.

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Quando deparamos com situações inesperadas como novos desafios, ou algo que nos sentimos ameaçados seja na vida pessoal ou na profissão, sempre ficamos excitados, ansiosos e irritados produzindo os hormônios do estresse. Essa reação do corpo para a nossa sobrevivência, quando acionada com frequência, tem consequências negativas. Com o passar do tempo causa efeitos nocivos sobre a saúde. Tais como:

  • tensões e dores na musculatura
  • infecções e alergias
  • perturbações alimentares e queimação estomacal
  • alteração dos batimentos cardíacos e variação da pressão arterial
  • manchas, psoríase
  • entre outras….

A fisiologia do estresse

Dentre as fases fisiológicas do estresse, destacam-se três:

  • Reação de alarme
  • Adaptação ou resistência
  • Exaustão orgânica

As três fases do estresse podem ser compreendidas resumidamente por meio de uma situação fictícia.

É como se ao entrar em casa, uma pessoa encontrasse na sala um animal feroz que fugiu do zoológico e estivesse pronto para atacá-la; o susto provoca um estado de alerta máximo para reagir àquele perigo. Esse estado equivale à primeira fase do estresse.

Durante os próximos dias, sabendo que, ao chegar em casa, ela vai encontrar com aquele animal na sala, a pessoa entra preparada para afugentá-lo ou se esquivar dele. Essa condição equivale à segunda fase do estresse, a adaptação ou resistência.

Com o passar do tempo, a pessoa introjeta aquela situação de tensão e não apresenta mais reação de imediato “susto”, porém, entra em casa tensa, mesmo sem a presença do animal feroz. Sua reação física assemelha-se àquela que tinha quando deparava com o animal feroz. O constante desespero ao entrar em casa compara-se à terceira fase do estresse, a exaustão. Nessa fase a pessoa perde o interesse de voltar para a casa, por causa da suposta ameaça que a aguarda no lar.

A terceira fase do estresse é facilmente confundida com a depressão. O estado de esgotamento provoca apatia e desinteresse pelas atividades cotidianas, assemelhando-se ao processos depressivos. Essa fase do estresse não só se assemelha, como pode provocar a depressão.

A diferença entre estresse e a depressão

Basicamente a diferença entre o estresse e a depressão consiste na permanência ou na perda do interesse pelas diferentes áreas da vida.

Na depressão a pessoa não se motiva por nada, não tem o menor comprometimento com os eventos existenciais, bem como se recusa a participar de qualquer evento.

Já no estresse, apesar de esgotada, a pessoa ainda mantém os vínculos com outras atividades. Ela anseia, por exemplo, participar de ocasiões agradáveis, tais como: viajar, sair para passear, ir a uma festa, iniciar outros projetos etc.

Apesar de não ter mais energia, ela tem vontade de executar atividades agradáveis. Isso é algo que o deprimido não sente.

Agentes causadores do estresse

  • longos períodos de doenças;
  • fase de conquista afetivas e/ou abalo no relacionamentos;
  • apreensão diante novos desafios;
  • instabilidade profissionais;
  • dificuldades financeira;

10 procedimentos para o gerenciamento do estresse

  1. Evite conflitos desnecessários: Poupe suas energias, não se envolva em confusões que dificultam o bom andamento do trabalho ou mesmo quebrem a harmonia da equipe.
  2. Respeite o trabalho do outro: Considere o potencial alheio, se possível, elogie o bom desempenho das pessoas. Isso reverte em fortalecimento do grupo de trabalho.
  3. Reduza as suas expectativas: As metas altas distanciam-nos da realização, provocando frustrações.
  4. Preserve a harmonia interior: Sinta-se bem consigo mesmo e focalizado no presente. Procure compreender melhor o que o aborrece, isso evita projeções indevidas. A autoconsciência representa um significativo passo para a conquista do bem-estar, preserva a autoestima e eleva o amor-próprio.
  5. Não sofra em silêncio: Aprenda a compartilhar com os outros os seus sentimentos. Dividir os problemas com as pessoas minimiza os conflitos e diminui a pressão interna.
  6. Aja com estratégia: Procure o melhor momento para realizar suas tarefas, evite transtornos desnecessários, tais como: locomover-se em horários de pico, locais muito tumultuados etc.
  7. Não ocupe todo o seu tempo livre, respeite os seus limites: Permita-se relaxar e repousar para recuperar as energias.
  8. Saiba dar tempo ao tempo: Não tome decisões precipitadas, a mais sábia escolha é aquela feita no momento oportuno. Não permita que a ansiedade o projete para o futuro, tampouco que o saudosismo do passado consuma o seu direito de estar no presente.
  9. Inicie todas as atividades de maneira promissora e bem-humorada: Comece a segunda-feira com aquele astral de véspera de feriado. O bom começo é sinal de um desempenho promissor.
  10. Acredite em você. Invista o seu melhor naquilo que faz: atue com empenho e convicção, mas nunca se cobre o impossível. Confie nos processos existenciais e que a vida conspira a seu favor.

Estudo extraído do livro: Metafísica da Saúde Volume 4 – Valcapelli & Gasparetto

Dicas

Pode-se encontrar nas terapias holísticas e nas ferramentas do coaching meios para realizar o autoconhecimento que pode potencializar valores internos para lidar com as adversidades da vida com equilíbrio emocional.

Qual é a sua opinião sobre o tema? Deixe seu comentário abaixo que vou adorar ler e conhecer você!

Simone Ferreira
Coaching Terapêutico e Terapeuta Holística

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